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A necessidade de materiais com emissão de luz sintonizável, aumenta com o desenvolvimento tecnológico, que é crescente a cada dia. Para isto, torna-se necessária a obtenção de novos materiais, afim de acompanhar esta crescente procura. A criação de novos dispositivos, depende em geral, da obtenção de materiais que possam ser sintetizados, sem que haja a necessidade de utilização de condições especiais de síntese. Obteve-se materiais com propriedades fotoluminescentes à temperatura ambiente, utilizando-se um método de síntese química, denominado método dos precursores poliméricos (método Pechini). Este método, proporciona a obtenção de materiais que podem ser processados em
diferentes formas, utilizando-se precursores de baixo custo.
Atualidades
Os pesquisadores do LIEC (Laboratório Interdisciplinar de Eletroquímica e Cerâmica), observaram propriedade fotoluminescente em materias amorfos, obtidos à baixa temperatura. Esta fotoluminescência foi verificada para vários titanatos, tais como PbTiO3, BaTiO3 e SrTiO3. Verificou-se também para alguns zirconatos, incluindo o PbZrO3 e SrZrO3, além do molibdato de estrôncio (SrMoO3) e do Tungstanato de estrôncio (SrWO3).
Histórico
O interesse em propriedades luminescentes se deu a partir de 1990, devido à descoberta de luz sintonizável em silício poroso. No entanto, a origem do estudo sistemático de luminescência tornou-se um tópico polêmico, pois surgiram muitos modelos baseados nas observações específicas da
microestrutura do material e da natureza espectroscópica do processo de emissão de luz.
A espectroscopia tem crescido como uma poderosa ferramenta para a caracterização de materiais e dispositivos semicondutores. O fator de motivação para a rápida evolução da espectroscopia óptica é a ampla aplicação de dispositivos de emissão de luz e a sempre presente necessidade de surgimento de novos dispositivos, baseados em novos materiais.
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