Pesquisadores usaram as propriedades mecânicas da luz para criar um nanozíper, uma cavidade optomecânica que amplia e reforça as interações entre a luz e o movimento. O dispositivo poderá ser utilizado para detecção de forças, em sensoriamento e comunicações ópticas, entre outras aplicações.
Em mais um avanço tecnológico que reforça a tendência de substituição dos testes de medicamentos em animais por outras técnicas mais avançadas, mais seguras e menos controversas, pesquisadores da Universidade de Twente, na Holanda, desenvolveram um biochip que simula o efeitos de compostos químicos sobre o organismo humano.
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